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Bem-vindo ao Oene


Se o nosso plano tiver dado certo, você chegou aqui porque alguém que você segue deu o link para um post que escrevemos. Essa pessoa gostou do que leu e trouxe você pra cá pelos intertubos. Obrigado, pessoa. O objetivo do Oene é ser como essa pessoa, aquela figura descolada que povoa a sua timeline […]

Se o nosso plano tiver dado certo, você chegou aqui porque alguém que você segue deu o link para um post que escrevemos. Essa pessoa gostou do que leu e trouxe você pra cá pelos intertubos. Obrigado, pessoa. O objetivo do Oene é ser como essa pessoa, aquela figura descolada que povoa a sua timeline do Facebook e Twitter com coisas legais achadas pelas internet, e que volta e meia dá algumas opiniões interessantes, ou aponta para alguém que pensa diferente.

“Já tem gente demais falando o que pensa na internet. O povo precisa de pensar mais sobre o que fala”, você pode estar pensando. E, ei, você tem razão. Então por aqui prometemos opinião com alguma sensatez, fugindo da internet com discursos tão radicais quanto vazios. Nós queremos, acima de tudo, apresentar algo interessante, comida para o cérebro, em uma dessas expressões legais difíceis de traduzir.

Para levar a cabo a missão, não temos um número certo de posts por dia, uma lista bem delimitada de assuntos a cobrir ou um “público alvo” definido. Nosso filtro é simples: escreveremos sobre o que achamos que temos algo a acrescentar, ou que ninguém está dando a devida atenção, da maneira que sabemos fazer melhor. Em outras palavras e acima de tudo, só vamos escrever o que acharmos que vale a pena mesmo compartilhar. E isso pode ser desde um artigo longo refletindo sobre uma grande polêmica ou uma coletânea de fotos sobre uma personalidade em voga. Não queremos ser levados tão a sério assim. Rir com a gente é bacana também.

Editorialmente, o Oene tem a mesma ideia dos outros sites da F451, que é propor uma visão um pouco diferente – ao mesmo tempo crítica e bem-humorada – sobre tecnologia, games, carros ou esportes, como podemos ver nos sites-irmãos Gizmodo, Jalopnik e Kotaku, versões brasileiras dos blogs da Gawker. O Oene surge porque há bem mais assuntos a cobrir, com uma pegada parecida, e por isso este site de certa forma também é o herdeiro espiritual do Jezebel Brasil, que chacoalhou a internet em 2012 preenchendo um vácuo que havia no noticiário de cultura pop, celebridades, polêmicas de internet e assuntos femininos. Com a Manu Barem como co-piloto, temos certeza que vamos levar a visão do Jezebel Brasil adiante.

O resto da F451 também vai colaborar com o Oene. Leo Martins, editor-chefe do Gizmodo Brasil, por exemplo, estará toda semana no Quem te Comentou Isto conversando comigo e a Manu sobre filmes, séries de TV, livros, música e grandes polêmicas da internet. Sim, o seu podcast favorito com cachorros voltou e será semanal – assim como o Boas Conexões, onde eu converso com convidados interessantíssimos sobre como viver melhor na Era da Hiperconectividade. E isto é só o começo.

Tecnicamente, nós passamos bastante tempo pensando vários detalhes deste site, que está sendo gestado há alguns meses com a inestimável ajuda do Seu Felipe, o Luciano, nosso diretor de arte e o Leandro, nosso diretor de tecnologia. Nós queremos facilitar bastante a leitura, então escolhemos uma fonte um pouco maior e abrimos mais espaço para as fotos. Nossos textos, você irá perceber, têm bem menos links que a média, mas usamos bastantes notas de rodapé, uma convenção antiga que merece ser resgatada1. A ideia, enfim, é diminuir a poluição e fazer com que você se concentre no essencial.

Ah, sim, o nome. A ideia veio do Rodrigo Borges, nosso coordenador editorial, que pensou que, no meio do caos das discussões das timelines, as pessoas precisavam de um Norte, o “N”. Legal, minimalista. Todo mundo gostou. Mas duas questões apareceram: como que a gente transforma isso em uma URL? E, pensando melhor, será que bancar o Norte não é algo meio pretensioso demais? O N virou ON, de online, ou oene.com.br. O seu próximo favorito, esperamos.

Mas bom, já falei demais por aqui. Quero que você fique à vontade. Dê uma volta pelo site, tem muitos posts pra você clicar (há um belo arquivo de coisas que escrevemos no Jezebel Brasil ali no fundo, aliás). E volte mais vezes, porque amanhã o site estará ainda mais legal. Afinal, este é o Oene 1.0. Vamos errar bastante ainda, consertar um monte de coisa, acrescentar ferramentas, mexer no visual, nos posts, nas pautas, nos podcasts. Mas o resultado, tenho certeza, vai ser bem bacana.


  1. Os onipresentes links são objeto de reflexão recente. Vários estudos mostram que uma grande quantidade deles no texto diminui a compreensão sobre o assunto apresentado, já que cada vez que você vê um texto com uma cor diferente há um momento de microdecisão no seu cérebro. O link também serve muitas vezes como muleta de texto – em vez de explicar com as próprias palavras algum conceito, muitas vezes lascamos uma definição da Wikipédia e continuamos. Para o leitor, muitas vezes aqueles links viram abas de navegador órfãs. Não queremos isso. Vamos respeitar e valorizar as fontes das matérias (queremos linkar bastante gente), mas queremos ver o quanto que notas de rodapé e textos com menos interrupções pode ajudar você a entender melhor a mensagem. 

some random quote lost in here.